quinta-feira, abril 29, 2004

Millor dispara (leia a entrevista - clica aqui)

senhor acha que falta humor ao acadêmico brasileiro?

O humor seria o máximo, o fim do caminho. Falta o mínimo de inteligência. Não há coisa mais burra do que a meia-cultura, da pessoa que lê meia dúzia de livros, sabe meia dúzia de coisas, passou pela escola e fez um cursinho superior, até um doutorado. A pessoa já vem com a tese feita, pré-fabricada. Não tem um pensamento... Se você contesta dialeticamente o que a pessoa diz, a pessoa se perde. Pode botar como símbolo do acadêmico brasileiro o doutor Fernando Henrique, o PhD barroco.

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