Stay young, keep your wheels in motion
Rabbit from julio Adler on Vimeo.
sexta-feira, janeiro 30, 2009
terça-feira, janeiro 20, 2009
Mais e melhores
Amizade,
não deixem de dar uma passeada pelos novos links adicionados lá na lista de blogues e recomendações.
blogue do Kirk Gee, camarada que fez o design do Ether
Jamie Brisick tambem tem um blogue
Hydrodynamica e seus loucos bólidos (Simmons!)
Belas fotos lá no blogue do Joe Curren
The Swift Movement... mais Simmons
Revista 7 Sky, que revistinha simpatica...
não deixem de dar uma passeada pelos novos links adicionados lá na lista de blogues e recomendações.
blogue do Kirk Gee, camarada que fez o design do Ether
Jamie Brisick tambem tem um blogue
Hydrodynamica e seus loucos bólidos (Simmons!)
Belas fotos lá no blogue do Joe Curren
The Swift Movement... mais Simmons
Revista 7 Sky, que revistinha simpatica...
Ether todo dia

Perguntei uma vez ao Andrew Kidman por que não fazia um blogue com tanta coisa que já tinha escrito, filmado, tocado, composto, surfado e o escambau.
- Meu filho ainda tá novinho e temos muito pra brincar. Não tenho tempo.
Ano passado AK lançou um livro que não fosse tão caro recomendaria como essencial à todos que passam por aqui.
Ether (clica aqui para um aperitivo em PDF) é um devaneio a começar pelo formato e embalagem, ali é tudo feito artesanalmente, numerado pelo próprio autor num esforço semelhante ao do John Severson 50 anos atrás.
Por isso o preço, um livrão desses aqui na Travessa custaria facilmente umas 700 pratas.
Quem ainda não se convenceu de comprar o livro e incentivar Andrew Kidman a continuar nos presenteando com suas obras, já pode agora ir todos dias no seu blogueEther daily (OBA!) e ler trechinhos do livro.
Deixo uma palhinha aqui embaixo:

I grew up riding channel bottom thrusters shaped by Simon Anderson. For me, the channels stopped the thruster sliding out and I loved the feeling of the grip and drive. I rode them until Simon said he wouldn't shape them for me anymore, as it was, to quote Simon, "Too much work and my concaves are working better."
As disappointed as I was, I couldn't argue with Simon. He was the surfer/shaper, following his own path with design. I knew this was all Simon had ever done so I respected him for it.
For me the concaves never felt the same and I continued to seek out shapers that made channel bottoms. Rod Dahlberg, being one of them.
My feelings were reaffirmed when I witnessed Mark Occhilupo at Bells Beach during the 1997 Skins event. I sat on the Bells headland by myself, taking some photos, watching the beautiful waves and the surfing. Every wave Occ rode, I said to myself: 'That's the best surfing I've ever seen.' At the time, I had no one to confirm this with. But, later in the day, as the sun went down and the parties broke out, the consensus was unanimous.
That day Occy rode 6'6" Dahlberg channel bottom, thruster. The following year, Occhilupo won the world professional surfing title.
Photo: Mark Occhilupo, Bells Beach 1997, riding his Dahlberg channel bottom.
Pra ler mais sobre sua obra prima, Litmus, clica aqui.
domingo, janeiro 18, 2009
Seis tiros no estilo

Parko ja pode abrir mais sua base e deixar voar os bracinhos.
[Tempestade em copo d'agua>Revista Surf Portugal # 189>Novembro 2008]
Perry Hatchet, juiz chefe do quadro da ASP declarou numa entrevista ao canal de esportes Sportv que estilo agora não conta mais pontos. Mentira, na verdade ele disse apenas que o estilo já não é mais considerado como critério de julgamento e foi substituído por flow, fluidez.
O argumento é excelente: Perry, um camarada boa praça, querido e respeitado por todos onde passa, esclareceu ao entrevistador e DJ Marcos Bocayuva que a ASP, enquanto entidade (oba!), acha que o quesito estilo estava intimidando a surfistada e quase impondo um jeito único de surfar, por outra, cerceando a liberdade dos surfistas se expressar sem melindros, afinal de contas um acinte, desde que nosso esporte prima pela, eba!, liberdade.
Fiquei confuso, minto uma vez mais, criei uma confusão dos diabos com um simples argumento.
Nosso amigo Perry simplificou dizendo que agora todos podem se manifestar livremente em cima da prancha e o que interessa é encaixar uma manobra atrás da outra sem perder velocidade, pressão e criatividade.
Fui no livro de regras da ASP e procurei a palavra estilo, necas de pitibiriba.
Por algum motivo inconsciente, me veio a cabeça Tony Ray, Cory Lopez, Glen Winton, Richie Collins, Todd Holland, Derek Ho, Kaipo Jaquias, Shane Beschen, Jake Paterson, Beau Emerton e Trent Munro, ufa!
Cada um deles já venceu um evento do WCT e venceu numa época que estilo ainda era considerado como quesito básico para um aspirante ao surfe profissional e todos surfavam feio, quer dizer, uns feio, outros horrorosos.
Braços voavam por todos lados, como numa dança de celebração aos céus pela graça recebida, pernas arqueadas e abertas como se o equilíbrio só fosse possível com os pés afastados pelo menos 3 metros um do outro, cabeças balaçavam pra cima e pra baixo, para trás e para frente procurando a manobra perdida em algum lugar da onda, o caos enfim.
Nada disso porem os impediu de arrastar um troféuzinho pra casa - e cá entre nós, alguns foram muito bem ganhos.
Taí o Bede que não me deixa mentir.
O próprio Rey, Slater o nono, diz que sempre vai preferir eficiência ao estilo.
E eficiência é igual a deficiência estilística, né ?
KS9 será lembrado por tudo menos pela beleza do seu surfe, que coincidentemente anda mais afetado que nunca graças as suas pranchas e, quem sabe ? aos novos critérios de julgamento.
Surfistas sempre estiveram associados a palavra estilo.
Estilo de vida é o termo predileto para nos definir, seja na imprensa especializada, seja na propaganda do novo carro, seja pra comer a menina ao lado.
Ver a palavra arrancada do livro da ASP me chocou.
Novamente fui lá conferir com meus olhos o critério de julgamento:
Article 134: Judging Criteria
A surfer must perform radical controlled manoeuvres in the critical
sections of a wave with Speed, Power and Flow to maximize
scoring potential. Innovative/Progressive surfing as well as variety
of repertoire (manoeuvres) will be taken into account when
rewarding points for waves ridden. The surfer who executes these
criteria with the maximum degree of difficulty and commitment on
the waves shall be rewarded with the higher scores.
Entendi o recado assim: Vai, meu filho, do jeito que for tá bom. O negócio é sair dando porrada e o resto que vá pro raio que o parta.
Quer dizer, não perca mais seu tempo tentando refinar seu surfe, contendo seus braços ou deixando seus pés mais juntos para a prancha ter mais bico, nada disso conta mais. Esqueça sua deficiências e invista nas suas qualidades.
Agora entendo porque Fabinho Gouveia, que surfava com o pé da frente quase paralelo a longarina, um jeito muito esquisito, depois de um ano no circuito mundial Fabio lapidou seu surfe de tal maneira que tornou-se referência de categoria por mais de uma década e porque Mineirinho, tão cheio de talento, surfa cada vez mais deselegante.
No raciocínio da ASP, a mera presença da palavra estilo já inibia a liberdade de expressão.
Tendo a achar que é justo ao contrário.
Picasso disse que bons artistas copiam e grandes artistas roubam.
Vejam Jordy.
Certamente inspirou-se no Joel, um dos surfistas mais agradáveis de olhar de toda nossa curta história.
Jordy foi lá e roubou a linha e jeito de pisar do Joel e transformou em algo novo.
Michael Peterson tinha fotos do Nat Young coladas nas paredes do seu quarto e verdadeira obsessão pelo surfe do campeão mundial de 1966. MP imitava Nat (Nat por sua vez era discípulo do Phil Edwards) em tudo até o dia que deu um passo a frente e criou uma forma completamente nova de encarar uma onda.
MP teve grande influência no estilo do Curren, que ajudou a moldar Joel, Kelly, Dane e Jordy.
De certa maneira podemos dizer que a sombra do Phil Edwards ronda uma rasgada do Parko, uma cavada do Slater e um voadão do Dane.
Sinceramente espero que a mensagem dada pela ASP seja ignorada pelas novas gerações e que continuemos a copiar, copiar, até ficar diferente (a frase é do Manuel de Barros).
quarta-feira, janeiro 14, 2009
sexta-feira, janeiro 09, 2009
Lewis existe
[Let’s talk about the Surfline side of it. Can you tell us how much of your writing is actually toned down or changed? I know I’ve given you a hard time about being particularly easy with some surfers and you’ve told me it’s more Surfline then you.
Well, I have an editor, just like everyone else who writes for a major player. A fair bit of stuff gets cut out because it’s deemed to be too controversial or offensive. Some of it probably should be cut, and I’m sure I’d have even more people angry at me if the uncensored versions were printed.
The thing I argue about is when stuff I write on the Hawaiians and top surfers with powerful sponsors gets cut, while I can say gnarly stuff about unsponsored Brazos without it being cut. I think you have to be consistent, and not protect guys. But Surfline has a right to protect their relationships with advertisers. Especially in this economy, no one wants to lose revenue.]
Muita gente compara Lewis ao Derek hynd.
A diferença principal é que o ciclope citava Dostoievsky na resenha anual da Surfer e Samuels cita Zoolander no Power Ranking.
Ainda assim, é o que melhor há sobre o WCT na grande rede, logo abaixo do Nick Carroll.
Ao menos tem humor, tão raro...
Clica no titulo e leia o resto la no blogue do Hobgoods.
Well, I have an editor, just like everyone else who writes for a major player. A fair bit of stuff gets cut out because it’s deemed to be too controversial or offensive. Some of it probably should be cut, and I’m sure I’d have even more people angry at me if the uncensored versions were printed.
The thing I argue about is when stuff I write on the Hawaiians and top surfers with powerful sponsors gets cut, while I can say gnarly stuff about unsponsored Brazos without it being cut. I think you have to be consistent, and not protect guys. But Surfline has a right to protect their relationships with advertisers. Especially in this economy, no one wants to lose revenue.]
Muita gente compara Lewis ao Derek hynd.
A diferença principal é que o ciclope citava Dostoievsky na resenha anual da Surfer e Samuels cita Zoolander no Power Ranking.
Ainda assim, é o que melhor há sobre o WCT na grande rede, logo abaixo do Nick Carroll.
Ao menos tem humor, tão raro...
Clica no titulo e leia o resto la no blogue do Hobgoods.
quinta-feira, janeiro 08, 2009
Moleza
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Se o amigo dispoe de tempo pra baixar e assistir uma tuia de videos de surfe sem tamanho, recomendo esse blogue Surfmovies.
O camarada tem uma bela lista, um bocado de nacionais entre eles, fico lisonjeado de ver ali os videos do Mellin e o Fabio Fabuloso ao lado do Stranger than fiction, The Life e Just Add water.
Alguem, alem do Pedr1nho, podia prestar o serviço de dispor tudo em alta qualidade, sem compressão.
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