terça-feira, setembro 27, 2005

Vamos Pranchar



Paulo e Marcos Valle, dois surfistas, fizeram essa modinha em 67 pro disco 'Braziliance! A música de Marcos Valle'
As mocinhas do Quarteto em Cy fizeram versão para o selo de Aloysio de Oliveira, Elenco.
Marcos tem disco novo na praça, Jet Samba, lançado pela Dubas, gravadora do Ronaldo Bastos, possivelmente o catálogo mais elegante do Bananão, seguido de perto pela Biscoito Fino.
Isso é papo para outra hora.



Enquanto isso, no Ebay é possível comprar uma caixa valiosa da saudosa Elenco...

Riding Giants

Texto para Revista Surf Portugal Setembro 2005- coluna Videoteca
Resenha sobre o filme abaixo.



Riding Giants
2004
Produção: Sony pictures classics
Realização: Stacy Peralta
Protagonistas: A nata do ‘big surf’ a começar por Greg Noll, passando por Ricky Grigg, Duke, George Downing, Mickey muñoz, Darrick Doerner, Laird Hamilton, Jeff Clark, Peter Mel e jornalistas como Sam George, Matt Warshaw e John Severson.
Sonoros: The Waterboys, Link Wray, Stray Cats, Alice in chains, Soundgarden, Dick Dale entre outros
Mares: North Shore de Oahu, Maui, Califórnia e Tahiti
Duração: 101 minutos (extras não incluídos)
Estamos num tempo maravilhoso onde o que quer que resolvam chamar nossa atividade é levada a sério por gente que tempos atrás dava de ombros pro assunto. Não me refiro ao Stacy Peralta, que dirigiu e escreveu, junto de Sam George, Riding Giants, este já estava envolvido até os ossos com o surfe e resolveu fazer de seu segundo filme (sem contar com os espetaculares vídeos da fase Powell/Peralta) uma homenagem aos surfistas de ondas grandes.
Apesar dos tropeços, faz parte dos deveres de um surfista dedicar seu tempo para assistir esse DVD por, pelo menos, tres vezes.
O acesso fácil ao surfe tratado de forma madura e investigativa, tanto jornalística quanto filosófica, é uma das carácterísticas desse novo tempo. Quem quiser se aprofundar e descobrir o que se esconde por trás de tanta fantasia e irresponsabilidade, basta comprar um ou dois DVDs e estará meio caminho andado para a revelação – o resto, fácil, é apenas entregar seu coração ao Mar, insistir por meses até conseguir ficar em pé com alguma facilidade, mais alguns anos para achar outros macetes, debaixo de todo tipo de temperatura e condição desfavorável, enfrentando frustração e redenção em situações inesperadas de caos e beleza sublime, mas isso, se voce tem perde tempo no Goiabada, já sabe...
Greg Noll dá o tom do filme. Enquanto o ‘Da Bull’ enche a tela com seu rosto de pedra o filme tem um encanto raro e saboroso, consegue ser íntimo e distante ao mesmo tempo, nos fazendo quase acreditar que somos todos assim: fascinantes.
Os depoimentos de apoio dos jornalistas especializados Sam George (editor da Surfer) e Matt Warshaw (Autor da enciclopédia do surfe) , contextualizando o tema e emprestando o olhar arfante do fã atrás da lenda dão o colorido tradicional dos documentários, contrastando com o ar debochado dos surfistas da velha guarda.
Uma mini-introdução contando toda história do surfe em poucos minutos para ambientar o filme, já vale o ingresso (ou o preço de capa), com a mesma linguagem que consagrou Peralta na sua obra-prima, ‘Dogtown & Z Boyz’, uma edição dinâmica e narrativa impecável.
Riding Giants conta a história do surfe em ondas que podem te matar de verdade, ondas que só existem nos nossos delírios mais alucinados, nada que se compare com essas marolas que voce e eu surfamos no dia a dia e Peralta escolheu Noll, Jeff Clark e Laird Hamilton para conduzir e personificar cada época onde houve um rompimento com a anterior.
Makaha/ Waimea, Maverick’s e Jaws, ondas de consequências trágicas e de momentos que se transformaram no autêntico imaginário coletivo da nossa comunidade, dividem os capítulos.
Pulamos de Noll para Jeff Clark, outro personagem que conquista pelo desapego que tem com sua descoberta e, por que não ?, pela sua vida ao surfar por tanto tempo uma onda como Maverick’s sozinho.
Damos aqui com o primeiro tropeço, opa!, final brusco para Noll/Waimea, sintetizando uns 20 anos em tres surfistas e deixando de fora dessa história sensacional nomes como Jose Angel, Brock Little, Reno e o Smirnoff de 74, Roger Erickson e incluindo Ken Bradshaw entre Eddie Aikau e Mark Foo, pecado digno de pena (um ano sem poder ouvir a trilha do Free Ride).
A parte do norte da Califórnia tende a se arrastar um pouco, em explicações excessivas sobre o que simplesmente não se explica.
A terceira e última parte é sobre a ‘nova onda’ do Tow-in e seu maior divulgador e beneficiado: Laird Hamilton.
Soa estranho ao ouvido do espectador a frase ‘ Maior surfista de ondas grandes de todos tempos’ sobre Laird, não por coincidência produtor do filme – mesmo que a frase saia da boca do gigante Noll.
A verdade é que os personagens são infinitamente mais interessantes do que seus feitos e nesse quesito, Laird é tão distante do surfista comum quanto nossa probabildade de encostar num fio de cabelo da Angelina Jolie (caso seja uma mulher lendo, substitua pelo Brad Pitt).
A trilha é boa, um pouco ‘grunge’ demais pro meu gosto, mas salva-se pelo glorioso encerramento com ‘This is the sea’ dos Waterboys, sem contar com o habitual Dick Dale, Link Wray e, sempre bom ouvir, Stray Cats.
Nos extras do DVD, os comentários do diretor e editor ou do roteirista muito bem acompanhado do ‘Da Bull’, Jeff Clark e Laird, Making Off, Fuel TV e cenas apagadas.




Classificação SP: Fundamental, com ressalvas, mas não exitem em gastar seu rico dinheirinho, sim! Comprem já isso!

quarta-feira, setembro 21, 2005

Dois caras

‘Só espero ganhar dele na final’ disse meio assustado e bastante determinado o texano Morgan Faulkner antes da final amadora junior.
Falava de um garoto de apenas 15 anos, estrangeiro, que mal falava o inglês caipira de Virgínia, chamava-se Adriano Mineirinho, e ainda surfaria a final em outras duas categorias, Junior profissional e, sim senhores, aberta profissional.

Data de Nascimento: 13/ 02/ 87

Tem 13128 pontos na corrida do WQS 2005

Nunca houve tal domínio no WQS e desconfio que nunca mais haverá, o segundo tem 10085 pontos, um abismo insuperável por surfistas apenas esforçados diante desse dínamo.
Toda a fila que aguarda pelo tropeço do Mineirinho pode tirar o cavalinho da chuva, o garoto ainda tem munição e deve descartar um dos seus fenomenais 7 melhores resultados e aumentar seu açoite no ranking.
A confiança que ele ostenta faz tremer os cambitos dos adversários.
Aqui no Salvelindo, os fogos são semelhantes aos do Luciano do Vale quando surgia Maguila, uma salva de morteiros ao nosso jovem futuro campeão mundial – e que ande logo, pois não somos dados à esperar muito.
Foi a Surf Portugal que, mais uma vez, aprofundou-se um pouco mais no assunto, sede de saber, levantando as sobrancelhas ao perguntar ‘como é carregar a expectativa de um país nos ombros?’, numa reportagem que Valente conseguiu reunir o maior ídolo e promessa que quase se cumpre todo ano, Tiago Pires e a nossa atual maior esperança e futuro maior ídolo, Adriano de Souza, que respondeu num final de tarde em G.Land depois de 6 horas de surfe perfeito: É uma expectativa com dúvidas. É um ‘será ?’ e não um ‘vai ser!’. Tem que acreditar.’
Acreditando, Mineirinho ganhou tudo que podia: Campeão paulista iniciante e estreante com 12 anos, Campeão paulista mirim e brasileiro iniciante com 13.
Em 2002, do alto dos seus 15 anos demoliu o mundial Junior da ISA em Durban, mas cometeu interferência na final – e ainda assim, com menos uma onda, ficou em terceiro!
Sua passagem pela Costa Leste do Estados Unidos deixou estragos que dificilmente serão esquecidos. Jason Borte , ele mesmo um jovem promissor com uma magra vitória num WQS de 1 estrela em New Jersey - esse aqui que batuca as teclas estava lá, tentando repor o dinheiro da passagem de L.A. para N.Y.C., – hoje jornalista e autor do livro do Kelly Slater, Borte escreveu maravilhas sobre o moleque inzoneiro que apareceu de repente, um relâmpago!
O texano não foi feliz na final junior (apesar de ter levado o primeiro no pranchão), Faulkner viu Mineirinho passear na final amadora, ficar em terceiro no pro junior e perder pro Dino Andino (que tem um filho quase da idade do Mineiro!) na final profissional nos últimos minutos, depois do garoto do Guarujá liderar com folga toda bateria.
Falei sobre a vitória num pequeno evento aqui no Brasil que o tornou o surfista mais jovem a vencer uma competição profissional do circuito nacional ?
Sim, ainda estamos nos 15 anos…
Com 17 anos, consagra-se campeão mundial junior.
Agora, Setembro de 2005, Adriano tem 18 anos, antecipadamente, campeão mundial de surfe pelo WQS com mais de 5 etapas decisivas pela frente, ninguém em sã consciência afirmaria que a corrida não está liquidada – a memória viva ainda duma campanha estupenda em Haleiva, perdendo nas Oitavas pro Neco e Bruce ‘The Movie’ e deixando no rastro as cabeças do Bobby Martinez e Chris Ward como aperitivo.
Que máquina de competir.
Uma rodada de WCT, com o apetite que o rapaz tem para aprender, deve polir seu surfe para os padrões que seu desempenho merece nessa altura da sua eletrizante carreira.
Com Gouvêia deu certo. Uma volta ao mundo com os melhores ao lado e dois olhos muito atentos pode fazer maravilhas à evolução de um surfista.
Vejam Kelly Slater em 2005.

Robert Kelly Slater, como em ‘Bond’, James Bond.

Data de Nascimento: 11/ 02/ 1972

Tem 7574 pontos no WCT e o segundo, 6528, ganhou 4, vice num, quinto noutro, um nono e um décimo sétimo para descartar, por enquanto.

Perdoem a repetição, mas com diabos!, 15 anos mais velho do que Mineirinho.
Quando Slater se classiifcou para seu primeiro Campeonato Mundial amador em 1986 na Inglaterra, De Souza ainda nem tinha chegado aqui nessa bola azul e desorganizada.
Um texto sobre Slater precisa de fato histórico (ou histérico…) para mensurar o tamanho de cada uma das suas façanhas.
Slater já foi todo mundo: Tyson, Agassi, Borg, Senna, Pelé, Ronaldo, Curren, Nat, Nicklaus, Eastwood, Sinatra, um de cada vez até Ali, Muhammed Ali.
Nesse axato momento Slater é Ali na célebre luta contra Frazier considerada a melhor de todos tempos, conhecida e imortalizada pelo
filme ‘Thrilla in Manilla’




Uma coisa impressionante esse combate: 15 assaltos, pau comendo solto, Ali com 32 e Joe Frazier na ponta dos cascos, batendo como nunca e com a experência de ter testemunhado a total aniquilação do assustador Foreman e de ter imposto uma das mais surpreendentes derrotas da carreira de Ali.

‘Eu não quero nocautear ele. Eu quero machucar ele.’ Disse Frazier com toda raiva permitida num duelo desse porte.

Não lembra alguma coisa ?

‘Quero rasgar sua foto bonitinha em pedaços’, rosnou Andy em Blue Horizon (Jack MacCoy, 2004).

A rivalidade finalmente saiu do papel.

Slater derruba Irons na contagem regressiva em J. Bay, leva o troco no Japão e o surfe perde por muito pouco, culpa do Phil MacDonald, mais uma final seguida em Trestles.

Nos últimos 3 anos, Kelly vem tentando achar o ritmo que o levou a arrastar seis títulos mundiais, apanhando seguidamente do carrasco Irons, pouco enfrentando- o diretamente pelo caminho, exceto pela infeliz bateria em Pipe- ora, isso conta, pombas!
Como em parágrafo acima, duvido que exista alguem iludido suficiente para crer que Andy pode botar água no chope do sétimo, tão antecipado sétimo título do Slater.
Qualquer coisa melhor do que um quinto na frente do Andy ou do Fanning já dá 2005 embrulhadinho para presente ao Slater.
Seu retrospecto nos últimos tres eventos é tão fulminante como uma sequência de Ali no décimo quarto assalto, Slater venceu mais de uma vez cada um dos próximos campeonatos – em 92 e 97 triunfou na França e em Pipe na mesma temporada.
Temos sorte demais em assistir tudo isso, ao vivo, na grande rede, permanentemente na TV paga, um tempo admirável.
Acomodem-se nas cadeiras que ainda temos muito pela frente.

Neco fala (clica aqui)




Leia no saite do velho Sargento

sexta-feira, setembro 09, 2005

Afinação do mundo (2 x)




Menescal está agora mesmo no cinema, 'Coisa mais linda', filme do Paulo Thiago (Jorge, um Brasileiro, O Vestido, O Bom Burguês) conduzido pelas maravilhosas histórias do Carlinhos Lyra e Roberto Menescal.
Esse estilo de vida que tanto vende camiseta e bermuda, começou ali, em Ipanema, violão e pôr do Sol.
A turma bebia, dava seus mergulhos, pegava seus peixinhos, jogava sua bola, tocava e cantava - a mulherada gostava que só.
Felicidade não é muito diferente disso.




'Ah!, se eu pudesse te encontrar serena
Eu juro, pegaria sua mão pequena
E juntos vendo o mar
Dizendo aquilo tudo, quase sem falar'

Ah!, se eu pudesse
(Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli)

quinta-feira, setembro 08, 2005

Joe Louis

Surf Portugal – Maio/2005


O americano Louis, de pé, Max Schmeling, alemão, de quatro. 22 de Junho de 1938, meses antes de estourar a segunda grande guerra - um negro nocauteia a maravilha branca do nazismo numa das 5 maiores lutas de todos tempos.



A terceira esposa de Joe Louis conta uma história engraçadíssima sobre um dos maiores boxeadores que jamais existiram.
Diz que, aposentado, Joe gostava mesmo era de assistir TV e jogar golfe com amigos, assim esgotou um fortuna que nos dias de hoje seria algo em torno de 300 milhões de Dólares.
Voltava ás vezes eufórico: ‘querida, hoje consegui finalmente! Passei anos jogando golfe e só agora descobri meu erro.’
No dia seguinte entrava furioso em casa, atirando os tacos no chão:’ nunca mais jogo essa merda!’, vociferava.
‘Mas querido, ontem voce tinha descoberto o segredo…’ amenizava a madame Louis.
‘Tinha, mas não guardei…’ respondia amargo o gigante que destruiu parte dos preconceitos que a América da primeira metade do século 20 ostentava sem vergonha, como ainda o faz hoje com Baby Bush.
Ninguem defendeu tantas vezes o cinturão de campeão mundial dos pesos pesados quanto Louis: 25 vezes.

Andy aproxima-se do seu quarto título e se nada errado acontecer nos próximos 5 ou seis anos, ainda ganha mais dois ou tres – ultrapassando Mark Richards e, quem sabe, igualando Slater.
A imprensa animada com as possiblidades de quebra de recordes, anuncia aos quatro ventos que essa geração de surfistas não tem paralelo na mitologia do surfe.
Minha dúvida é se, na mesma situação de hoje, tudo não passa de uma hipótese, os maiores de ontem não seriam tão grandes quanto nos fazem parecer esses que aqui estão.
Por exemplo: Tom Carrol num circuito mundial com etapas em Teahoopo e Cloudbreak- teria rivais ?
Curren em Jeffrey’s e Superbank.
Occy ainda ganha, com quase 40 anos!
Michael Peterson, Rabbit, Shaun, Lopez, Bertleman, Kealoha em condições ideais não seriam os Fannings, Parkinsons e Irons que hoje admiramos ?

Slater dominou o circuito enquanto seus adversários se conformavam em admirá-lo como maior surfista de todos tempos, fora Pottz e Kong que relutavam em aceitar a majestade sem lutar até o último minuto, última gota de suor.
O bom mocismo casado com um discurso afinado de que ‘tudo era diversão’, matou as chances duma geração genial mas pouco competitiva: Machado, Dorian, Knox, Kalani, Willians…
A chegada do video-maker Taylor Steele com sua fórmula anti-competição (nunca mostrava imagens de campeonatos), ajudou a empurrar uma estranha noção de que o mais importante era ser o segundo melhor, assumindo que o reinado d’el Rey Slater era vitalício.
Portanto, nessa nova ordem a hierarquia era ordenada pela exposição, menos do que pelos resultados, sempre alardeados como injustos com quem não aprendia as regras do jogo – para Slater era sempre justificado.
Andy e Bruce Irons, juntos com Chris Ward, não eram bem-vindos na patota do Steele por não se enquadrarem no molde ‘limpinho’ que pregavam, sem drogas, sem alcool e sem brigas.
Os tres brigavam, bebiam e drogavam-se como se não houvesse amanhã, até que o Deus Mercado impôs ao chefe da Poor Specimem que aceitasse os proscritos e lucrasse com isso.
Morte ao Momentum, entra o Campaign, muda a receita mas o gosto é o mesmo.
A principal diferença da nova geração que domina o circuito mundial em 2005 é a competitividade e não a genialidade.
O fato do Parko não admitir que Andy ganhe tantas vezes, do Fanning não se derreter por Bruce ou Wardo não aceitar que Slater é imbatível, exatamente como nas gerações anteriores: Nat e Nuuhiva, MP e Rabbit, MR e Cheyne, Curren e Carrol, Occy e Curren.
Rivalidade.
Slater não teve rival.
Beschen foi o único que teve coragem de contestá-lo mas sua abissal distância em talento o limitava demais enquanto a imprensa americana tentava nos fazer acreditar que Beschen era mesmo candidato.
Se Machado fosse mau-caráter ganhava um ou dois títulos.
Os australianos que ameaçavam o trono estavam muito bêbados comemorando a vida que nem se importaram com tudo.
Egan, Hoy, Powell, Rommelse e o melhor deles, Hering, distraídos com tanta mulher, ondas e cerveja, aceitavam contrariados e, junto de Garcia, torciam por um descuido de Slater para o empurrarem escada abaixo.
Depois de uma década e meia, KS encontra nos novos garotos da ASP a mesma resistência que teve em Hardman, Elkerton, Lynch, Macauley e Potter, só que todos em início de carreira, com salários tão milionários quanto o seu, sem nenhum complexo de inferiodade, nem inveja, sem segredos.

Lisa

O Observer ataca novamente.
Clica no título e leia o que os ingleses tem a dizer da musa Roxy.